O MPF
também quer que a TIM apresente um projeto de ampliação da rede para
atender às necessidades das linhas que já estão habilitadas. A Anatel
pode ser obrigada a exercer com mais eficácia seu poder regulador sobre a
operadora, já que as fiscalizações feitas até agora apenas constatam as
irregularidades, sem impor à TIM que as solucione. O processo será
apreciado pela juíza Izaura Cristina de Oliveira Leite, da 1ª Vara
Federal em Belém.
A
investigação do MPF contra a TIM começou após sucessivas panes ocorridas
no serviço da operadora no Pará. A própria Anatel admitiu ter recebido,
em 2011, 117 reclamações contra a operadora, mas informou que realizava
constantes "reuniões técnicas" para "discutir os problemas".
Fonte: O Liberal

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